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Sistema de transmissão de veículo: 5 aspectos que você deve saber!
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Sistema de transmissão de veículo: 5 aspectos que você deve saber!

Você sabia que não existe apenas um sistema de transmissão de veículo? Há uma série de detalhes sobre o funcionamento dos carros que passam despercebidos pela maior parte dos donos e o funcionamento de cada componente pode surpreender.

Conhecer mais sobre o automóvel ainda é útil em várias outras situações — quem nunca ouviu um ruído estranho no carro e não soube explicar para o mecânico de qual componente seria? É por isso que decidimos escrever este post, que contém tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

1. O que é o sistema de transmissão de um veículo?

O termo sistema de transmissão é associado à ideia de transmitir energia de um lugar para outro — nesse caso, entre os vários componentes do carro. A energia é transformada em velocidade e torque, graças a um sistema elaborado de engrenagens e eixos.

Velocidade é uma ideia que conta com entendimento mais simples e a maior parte das pessoas entende que é a relação entre a distância percorrida em um determinado tempo. Já o torque, está relacionado ao movimento de rotação do motor. Isso define a força e o impulso de um carro durante uma arrancada, por exemplo.

O que sistema de transmissão faz? A resposta está no conjunto de componentes. A ideia é levar a energia produzida pelo motor até as rodas, além de regular o torque.

2. Como o sistema de transmissão funciona?

O sistema de transmissão funciona a partir de seleções de marchas, variando a relação entre velocidade e torque para produzir vantagem mecânica — o mesmo conceito usado no momento em que apertamos um parafuso com uma chave de rodas para diminuir a força.

Isso começa ao apertar a embreagem e interromper a conexão entre o motor e os outros componentes. A marcha é selecionada, acionando um grupo específico de engrenagens no sistema de transmissão.

Então, a força é dividida em um dos componentes do sistema, chamado de diferencial. Ocorre, assim, a transmissão de potência, gerando a movimentação das rodas. Esse efeito só é possível pela influência do semieixo, peça que liga o diferencial às rodas.

3. Quais são os tipos de transmissão?

Se você já ouviu termos como “carro automático” ou “carro manual”, saiba que essas designações têm relação com o tipo de transmissão. Para você conhecer melhor esses tipos, listamos os principais.

Manual

A maior parte dos carros em que você já andou provavelmente fazia uso de uma transmissão manual. É o tipo mais comum, em que a troca de marcha é feita pelo motorista ao prestar atenção no som do motor. Geralmente, quando o ronco do motor é mais alto do que deveria, a marcha deve ser trocada.

Esse modelo faz uso de um sistema de engates, acionado pelo pedal de embreagem. Há uma alavanca de câmbio, também chamada de seletor de marchas, operado manualmente. A transmissão de cinco velocidades é a mais frequente em carros comuns. Já os esportivos podem contar com outros modelos de sistema e ter, por exemplo, seis velocidades. Por ser simples, também é a forma menos custosa. A vantagem é ter a autonomia de escolher a relação de marchas que você deseja.

Automática

Se a transmissão manual depende da seleção de marchas feita pelo motorista, a automática dispensa isso. A razão é o fato de a mudança ser feita pelo sistema do veículo, não contando com o pedal de embreagem.

O funcionamento e o número de relações é parecido. O principal ponto que diferencia é o uso de modelos — como o planetário hidráulico —, para substituir a embreagem de fricção e mudar as marchas travando e destravando as engrenagens.

Ainda assim, o sistema de transmissão automática tem uma alavanca de câmbio, porque conta com alternativas, como marcha ré, modo estacionar e ponto morto.

Automatizada

A transmissão automatizada conta com tempos de mudanças mais curtos e restringe as possibilidades de relações de marchas em forma sequencial. Nesse caso, é possível selecionar apenas a marcha anterior e a próxima.

Por exemplo, normalmente você troca da terceira para a quarta marcha, mas se você quiser deliberadamente pular uma marcha, o sistema não permite. A vantagem dessa restrição é que evita que o motorista erre a transição. Nesse tipo, não há o uso de pedal de embreagem e o modelo é comum em carros de corrida.

4. Quais são os principais componentes desses sistemas de transmissão?

O primeiro componente do sistema é a embreagem, já citado anteriormente. O equipamento leva a força do motor para o sistema de transmissão, filtra vibrações e reduz o desgaste dos outros componentes.

Outro item citado que vale a explicação é o diferencial. O componente é o que distribui a velocidade nas rodas, sendo importantíssimo nas curvas. Por contar com velocidades diferentes, cada roda precisa receber o efeito desse dispositivo. Essa conexão acontece por meio do semieixo, o componente responsável por fazer a rotação e o torque chegarem ao cubo de rodas. A tração do câmbio chega às juntas homocinéticas e, por meio delas, às rodas.

5. Quais cuidados tomar com o sistema de transmissão?

Além de manter as vistorias em dia, é importante tomar alguns cuidados com o sistema de transmissão. Você pode começar evitando o hábito de descansar o pé no pedal da embreagem, para não provocar o lixamento do disco.

Respeitar as marchas e as velocidades corretas de trocas também é importante, bem como evitar mudanças bruscas. E os cuidados com o diferencial? A recomendação comum é a de seguir os limites de carga específicos para cada eixo.

O sistema de transmissão do veículo é responsável por boa parte do processo que origina sua movimentação. Isso vai desde a seleção das velocidades até a transmissão do torque para o eixo e as rodas. Não se esqueça de que os cuidados com o carro, de modo geral, também são importantes para a valorização no momento da venda. Por isso, atente em pontos como limpeza, estado de conservação, manutenção, documentação e comprovantes.

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